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domingo, 12 de janeiro de 2014

Real Madrid vence com gol de Pepe e se aproxima dos líderes na Espanha

CR7 passou em branco na véspera da Bola de Ouro
O Real Madrid venceu o Espanyol por 1-0 fora de casa, com gol do português Pepe, neste domingo pela 19ª rodada da Liga Espanhola, e se colocou a apenas três pontos dos líderes Barcelona e Atlético, que empataram no sábado (0-0).

O gol saiu numa cobrança de falta do croata Luka Modric, que encontrou a cabeça de Pepe no meio da área do Espanyol, aos 10 minutos do segundo tempo.
O técnico do Real Madrid, o italiano Carlo Ancelotti, escalou como titular o argentino Ángel di María, muito criticado pela torcida após fazer um suposto gesto polêmico ao ser substituído na semana passada, deixando no banco o jovem Jesé.

O gigante da capital espanhola contou também com jogadores ofensivos como o galês Gareth Bale, o francês Karim Benzema e o português Cristiano Ronaldo, mas, por ironia do destino, o gol acabou sendo marcado pelo zagueiro da equipe.
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Ribéry, o vencedor, e Cristiano Ronaldo, o destaque, tentam destronar Messi, o favorito

A falta de um critério claro marca a briga pela honraria da Fifa e nunca chegou ao ponto, como hoje, de estar cada vez mais sem credibilidade. Em alguns anos, o premiado foi o jogador mais destacado do ano individualmente; em outros, o eleito foi o grande nome em meio a sucessos coletivos.
Disputa coloca ainda mais em duvidas os critérios da Fifa. Quem leva: o vencedor, o destaque ou queridinho?
Afinal de contas o melhor jogador do Mundo é aquele que joga melhor e não ganha tantos títulos importantes, ou aquele que marca um caminhão de gols, bate recordes individuais e também não levanta os canecos mais importantes ou realmente quem deve ficar com o Prêmio Bola de Ouro é o jogador que esteve presente no podium das principais competições?

O líder da equipe mais vencedora de 2013, o francês Frank Ribery, o jogador mais destacado do momento, o português Cristiano Ronaldo, e aquele que há quatro anos é visto como melhor jogador do mundo, o argentino Lionel Messi: um deles receberá nesta segunda-feira o prêmio Bola de Ouro da Fifa.

A cerimônia de gala desta segunda-feira, em Zurique, revelará o rei do futebol no ano passado. São três a possibilidades: a manutenção de Messi no trono, o retorno de Cristiano ao topo, onde esteve em 2008, ou a coroação de Ribéry.

A cada ano, é mais longa a corrida na qual intervêm jogadores, torcedores e imprensa. Uma luta de interesses para assumir parte da identificação de um reconhecimento do qual tentam parecer alheios os próprios protagonistas, mas cujo ego é alimentado pelo troféu individual.

Leia mais: Ribéry e Cristiano Ronaldo tentam destronar Messi - Terra Brasil

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A falta de um critério claro marca a briga pela honraria da Fifa e nunca chegou ao ponto, como hoje, de estar cada vez mais sem credibilidade. Em alguns anos, o premiado foi o jogador mais destacado do ano individualmente; em outros, o eleito foi o grande nome em meio a sucessos coletivos.
Disputa coloca ainda mais em duvidas os critérios da Fifa. Quem leva: o vencedor, o destaque ou queridinho?
Afinal de contas o melhor jogador do Mundo é aquele que joga melhor e não ganha tantos títulos importantes, ou aquele que marca um caminhão de gols, bate recordes individuais e também não levanta os canecos mais importantes ou realmente quem deve ficar com o Prêmio Bola de Ouro é o jogador que esteve presente no podium das principais competições?

O líder da equipe mais vencedora de 2013, o francês Frank Ribery, o jogador mais destacado do momento, o português Cristiano Ronaldo, e aquele que há quatro anos é visto como melhor jogador do mundo, o argentino Lionel Messi: um deles receberá nesta segunda-feira o prêmio Bola de Ouro da Fifa.

A cerimônia de gala desta segunda-feira, em Zurique, revelará o rei do futebol no ano passado. São três a possibilidades: a manutenção de Messi no trono, o retorno de Cristiano ao topo, onde esteve em 2008, ou a coroação de Ribéry.

A cada ano, é mais longa a corrida na qual intervêm jogadores, torcedores e imprensa. Uma luta de interesses para assumir parte da identificação de um reconhecimento do qual tentam parecer alheios os próprios protagonistas, mas cujo ego é alimentado pelo troféu individual.

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